O lastro do 25 de Abril

Mário Soares, Manuel Alegre, Cavaco Silva, Jorge Sampaio, Jerónimo de Sousa, Freitas do Amaral, Adriano Moreira, Basílio Horta, Carlos Carvalhas, Gomes Canotilho, Jorge Miranda, Vital Moreira, Otelo Saraiva de Carvalho, João Proença, Carvalho da Silva, entre muitos outros que o país não se cansa de ouvir.

Grândola Vila Morena, Cravos, Constituição da República Portuguesa, Sindicatos de Trabalhadores, Direitos Adquiridos, ADSE, Subsídios, Apoios, Reformas, Pensões, Estado Social, Empresas Públicas, entre muitas outras de que o país parece não querer abdicar.

A “Revolução dos Cravos” já foi há quase 40 anos, mas Portugal continua a ter um gigantesco lastro de Abril, que nos impede de andar para a frente. Uma âncora enorme e bem enterrada. Umas amarras do passado que não nos permitem conquistar o futuro.

Parafraseando um amigo. Num país em que não se celebra a conquista da independência (1128) e em que se deixou de celebrar a sua reconquista (1640), que sentido faz continuar agarrado àquilo que foi apenas uma saudável mudança de regime, e que é agora, claramente, uma pedra na engrenagem?

100.000 visitas! Saia mais uma rodada!

O Era mais um fino atingiu no início deste mês as Cem Mil visitas. Sim, 100.000! Algo que me deixa extremamente satisfeito e sem palavras para agradecer a tantos leitores. Aprecio a vossa paciência para me aturarem.

Queria de alguma forma assinalar este “marco”. Perguntei aos meus seguidores no Twitter e no Facebook o que sugeriam que fizesse. Não houve grandes sugestões, a não ser alguém que me disse para pagar uma rodada.

Ora, se fosse possível eu pagar uma rodada de finos a todos os leitores, com toda a certeza um ordenado não iria chegar. Pelo que essa ideia, apesar de criativa e bem intencionada, parece-me ser um pouco inviável.

Pensei que o melhor a fazer seria abrir o blogue aos leitores e comentadores. Porque já são muitos a vir ao Era mais um fino com vontade de também se fazer ouvir. Pelo que estão abertas as “hostilidades”.

Aceitarei textos curtos ou longos, sobre qualquer tema, independentemente da convicção. Apenas tenho duas exigências: 1) Que sejam pertinentes e bem estruturados; 2) Que o autor esteja devidamente identificado.

Enviar para luismelo78@gmail.com

Olha para o que eu digo, e não para o que eu faço

Durante muitas edições nos últimos anos, o Jornal Entre Margens publicou um inquérito/entrevista a uma figura do concelho de Santo Tirso. O inquérito foi feito a pessoas ligadas às mais variadas áreas da sociedade, desde a Política à Cultura.

Entre as pessoas entrevistadas estiveram três protagonistas políticos ligados ao PSD. Andreia Neto, Carlos Pacheco e Rui Baptista. Permitam-me eles recordar e comentar algumas das respostas que deram na altura em que foram entrevistados.

A pergunta era: “Que nome lhe ocorre para suceder a Castro Fernandes?“. Andreia Neto (deputada na AR pelo PSD) e Rui Baptista (Presidente da JSD) estiveram em sintonia, enquanto que Carlos Pacheco se destacou com uma reflexão mais profunda.

Andreia Neto respondeu: “O candidato que vier a ser indicado pelo PSD Santo Tirso“. Rui Baptista respondeu: “O próximo candidato do PSD à Câmara Municipal“. Ou seja, tal como no futebol, não interessa quem é, desde que seja do meu clube. Eloquente.

Carlos Pacheco falou melhor: “Ainda nem sequer pensei nisso, nem estou muito preocupado com nomes. Mais que nomes ou partidos, o que realmente me motiva são os projectos. É a vontade de fazer mais e melhor pela nossa terra. É nisso que acredito!“.

Nesta altura eu já estava surpreendido pela positiva com o discurso do Carlos, mas ainda fiquei mais: “O problema da maioria dos nossos governantes é estarem fechados dentro dos seus gabinetes, sem quererem ouvir outras opiniões senão a sua“.

E o Carlos não se ficou por aqui. Acrescentou “Quem está no Poder Local está, acima de tudo, ao serviço de quem o elegeu, ao serviço da população e, como tal, deve governar para ela mas, sobretudo, com ela“. Excelente, pensei, tem toda a razão.

A verdade é que o Carlos mais uma vez seguiu o ditado: Olha para o que eu digo, e não para o que eu faço. No recente processo de escolha do candidato do PSD, votou o nome de Alírio Canceles sem ver um projecto e sem ouvir a opinião dos militantes.

Quanto ao Rui e à Andreia, foram coerentes com o que disseram, o que a CPC do PSD Santo Tirso escolher é quem eles acham o melhor. Demonstram é falta de sentido crítico, liberdade, e capacidade de pensar pela própria cabeça. Essenciais na política.

A JSD Santo Tirso é outra desilusão

Durante quase 10 anos militei na JSD. Durante esse período fiz parte de várias estruturas locais e regionais. Um dos meus objectivos era provar que a Jota não era o “braço armado” do PSD. Não servia apenas para fazer número em campanhas.

Na verdade a JSD tem sido, a nível nacional, a única Jota que de facto contribui para a discussão pública de temas importantes para os jovens e a sociedade em geral. Desde cedo se tornou independente do PSD, confrontando-o muitas vezes.

Foi também por isto que em 2004 formei uma equipa candidata à Comissão Política Concelhia da JSD Santo Tirso. Queria que a Jota se regenerasse e liderasse o debate político, transformando-se numa referência para todos os Tirsenses.

Quem venceu essas eleições foi a equipa de Carlos Pacheco, que ocupou os lugares da estrutura concelhia da JSD até à chegada de Rui Baptista. Em ambos, apesar de tudo, confesso que depositei algumas esperanças. Para fazer da JSD um farol.

A verdade é que a JSD Santo Tirso se limitou a seguir o PSD Santo Tirso. Não liderou o debate político, não se abriu à sociedade, não atraiu os jovens Tirsenses. Focou-se apenas nas actividades internas, onde participam sempre os mesmos.

Mas tendo em conta a forma como decorreu o processo de escolha do candidato Autárquico do PSD, eu esperava sinceramente que a Jota se levantasse e pusesse ordem na mesa. Ao invés, a Jota ficou em silêncio e o seu presidente foi conivente.

Fico mais uma vez desiludido. Desta vez com o presidente da JSD Santo Tirso, Rui Baptista. Ele que escreveu na sua mensagem “a JSD sem ti não faz sentido, sem os jovens, sem a ambição e irreverência que caracteriza a nossa geração não tem razão de ser“.

Cabe-nos a nós, jovens, lutar por um concelho, um país, um mundo melhor para todos. O futuro aos jovens pertence. Não vamos deixar que estes políticos de hoje hipotequem as gerações vindouras“. Palavras bonitas. Acções que não correspondem.

Alírio Canceles, um candidato sozinho e isolado

O candidato do PSD à Câmara Municipal de Santo Tirso é um homem sozinho e isolado. A ganância e a fome de Poder não permitiram a Alírio Canceles antever este cenário, mas ele era evidente. Começa agora a sentir alguns sinais, mas creio que ainda não viu o panorama total.

A primeira coisa que Alírio Canceles já começou a sentir foi o afastamento do activo mais importante do partido, os Militantes. Na sua maioria (à excepção daquelas duas dúzias de “carneiros” intelectualmente diminuídos que esperam por “tacho”) enjeitam a sua auto-nomeação.

A segunda coisa que Alírio Canceles já começou a sentir foi o afastamento de vozes fulcrais dentro do partido, os Ilustres. Alguns pediram uma audiência à Comissão Política (para que considerasse o nome do homem em melhores condições, Zé Pedro Miranda) e vieram recambiados.

A terceira coisa que Alírio Canceles já começou a sentir foi o afastamento de elementos cruciais no concelho, os Presidentes de Junta. Adelino Moreira, Carlos Valente e Zé Pedro Miranda mostraram-se magoados e indignados por não terem sido consultados e até mesmo desprezados.

A quarta coisa que Alírio Canceles já começou a sentir foi o afastamento dos dinamizadores da economia, os Empresários. Em locais reservados ou conversas privadas, aqueles que criam postos de trabalho e riqueza para o concelho, dizem não ter confiança no candidato e no partido.

A quinta coisa que Alírio Canceles já começou a sentir foi o afastamento de entidades decisivas na sociedade, as Instituições Sociais. Não há nenhuma que acredite nas intenções ou na boa fé do candidato. Muito menos na influência deste junto do Poder central, para ajudar.

Porém há uma outra coisa de que Alírio Canceles ainda não sentiu afastamento, os seus “fiéis” seguidores. Isso deve-se a dois factores. O primeiro, o facto de ele estar tão “cheio de si” que nem consegue discernir. O segundo, a hipocrisia e o fingimento dos “fiéis” seguidores.

A partir do momento em que Joaquim Couto foi eleito candidato do PS (democratica e transparentemente pelos Militantes do seu partido) muitos dos “fiéis” seguidores, ao antever a derrota de Alírio Canceles, começaram logo a trabalhar em surdina para o pós-Autárquicas 2013.

Atenção que não estou a especular! Alguns já mo disseram directamente. Não acreditam em Alírio, não acreditam na vitória do PSD, crêem que a derrota será histórica. Mas irão continuar a acompanhar o partido para estarem posicionados para “apanhar os cacos” no pós-derrota.

Alírio Canceles partirá para a campanha e para o combate duríssimo que serão as eleições Autárquicas 2013 com uma equipa de hienas traidoras, que estarão na expectativa, apenas concentrados na melhor maneira de o atirar “borda fora” depois da derrota, e “agarrar” o partido.

À atenção do “Advogado do Diabo”

Na passada 4ª feira, 6 Fevereiro, o PSD Santo Tirso assistiu a mais um lamentável e vergonhoso episódio da sua história recente. Mais uma farsa, mais uma fantochada, num plenário de militantes irregular e ilegal.

Não posso por isso, deixar de aqui defender a minha honra. Há uma semana atrás critiquei aqui a estranha “Convocatória” que recebi por email para este plenário, assinada pelo actual Presidente da Comissão Política.

De imediato fui interpelado pelo vice-Presidente da Comissão Política, Manuel Mirra, que por estes dias se tem dedicado a fazer o papel de “advogado do Diabo”. Dirigiu-se a mim por duas vezes:

duas coisas que quer gostes, quer não gostes, são verdades absolutas e que inquinam todo o teu comentário: 1° como bem sabes mas escondes, um plenário é convocado com 30 dias de antecedência, 2°, o email a que te referes não é uma convocatória mas sim uma divulgação, que, por ser apenas isso, pode ser assinada pelo Presidente da CPC. Mas claro, estas duas verdades não te interessam porque não podias fazer este comentário“.

Eu falei-vos de factos que são, sim, verdades absolutas: o email que recebeste não é uma convocatória mas um anúncio, uma divulgação, e os plenários são convocados com 30 dias de antecedência. Ou não são factos indesmentíveis? São formalismos, é verdade. Mas são factos. E eu apenas quis lembrar que, sendo factos, não podem nem devem ser adulterados“.

Pois caro Manel. Vai-se a ver e não existiu qualquer convocatória do plenário. Nem com 30 dias, nem com 8 dias de antecedência. Muito menos assinada, como devia, pelo Presidente do Plenário João Abreu (que nem sequer esteve presente).

Pergunto-te agora então, caro Manel: Onde é que estão as verdades absolutas? Onde é que estão os factos indesmentíveis? Onde é que estão os formalismos cumpridos? Afinal quem é que adulterou o quê? Quem é que escondeu o quê?

E depois de ter sido submetida à mesa do plenário uma moção para suspender os trabalhos, porque eram irregulares, tu (juntamente com a Comissão Política) votaste contra. Mas que belo jurista me saíste! Estou admiradíssimo!

A única coisa que aqui está inquinada é o teu comportamento, depois de te teres vergado ao lado negro da política. E mais, estando consciente de que eu tinha razão, tiveste o despudor de aqui vir tentar descredibilizar-me.

Repito aqui o que te disse em privado: Esta tua atitude não só me insulta como demonstra uma gigantesca desonestidade intelectual. É um truque baixo usado por politiqueiros da nossa praça com os quais pareces aprender bem.

De resto, percebo o objectivo da CPC. Sabendo que os militantes poderiam aparecer para pedir esclarecimento da (auto)nomeação do Alírio, convocaram um plenário à sucapa, e num dia de semana, para ver se ninguém aparecia.

Alírio Canceles escreve sobre… Alírio Canceles

Alírio Canceles foi o nome escolhido pelo Comissão Politica do PSD de Santo Tirso e pela Distrital do Porto como candidato à câmara

Tentativa de fazer a (auto)nomeação passar  por uma escolha com um consenso alargadíssimo. Pena que o activo mais importante do partido, os Militantes, não tenham sido chamados a participar e a dar parecer.

De acordo com os estatutos do PSD, Alírio Canceles, submeteu a sua candidatura a sufrágio direto (voto secreto), à Comissão Politica que lidera, candidatura que foi aprovada por unanimidade.

Tentativa de fazer a (auto)nomeação parecer legítima, transparente, dentro da legalidade e consensual. Pena que tudo tenha sido feito nas costas dos Militantes e sem permitir que outros nomes fossem considerados.

Apesar de algumas vozes discordaram desta candidatura, Alírio Canceles considerou normal que nem todos os militantes se revejam na sua candidatura. “Tem sido sempre assim”. “Os militantes têm direito a exprimir a sua opinião e no PSD não cultivamos unanimismos”

Tentativa de fazer passar a imagem de um homem democrata, pluralista e respeitador de diferentes opiniões. Pena que durante anos tenha ostracizado Militantes que não concordavam com a sua acção e linha de pensamento.

Quanto a “não cultivamos unanimismos” remeto para a 1ª e 2ª transcrições onde o autor da notícia (que é o próprio candidato) não só tenta fazer passar a ideia de unanimismo como escreve mesmo “candidatura que foi aprovada por unanimidade“.

a seu tempo apresentará aos Tirsenses as suas propostas

Tentativa de fazer passar a ideia de que a candidatura tem um programa e uma estratégia política. Pena que ao longo de 4 anos na vereação a única coisa que tenha para apresentar seja um chorrilho de remoques a Castro Fernandes.

Alírio Canceles é vereador na CMST, tendo já exercido o cargo de deputado Municipal, líder da bancada na Assembleia Municipal, membro da Assembleia de Freguesia de Lamelas e deputado da Assembleia Metropolitana do Porto. A nível partidário, o atual presidente do PSD de Santo Tirso e vice-presidente da estrutura distrital dos TSD da Administração Pública, integrou a Comissão Politica Distrital do PSD do Porto, foi Conselheiro Nacional, delegado distrital e congressista.

Tentativa de fazer passar a ideia de um candidato experiente e com um brilhante curriculum. Pena que só apresente cargos politico-partidários (típicos de homens da “máquina”) e nenhuma conquista ao nível profissional, social ou cultural.

Alírio Canceles, tem uma larga experiência autárquica e politica, e tem demonstrada uma enorme competência

Tentativa de fazer passar a ideia de posse de capacidades políticas e sucessos conseguidos no passado. Pena que a realidade não mostre nenhuma prova desse trabalho. Curioso ver o autor da notícia, que é o próprio candidato, a auto-elogiar-se.

O PSD de Santo Tirso congratula-se com a indigitação de Alírio Canceles

Tentativa de fazer passar a ideia de que todo o PSD Santo Tirso se congratula com a candidatura. Pena que o PSD Santo Tirso não seja apenas constituído pelo líder e pela Comissão Política Concelhia. Os Militantes também são “gente”.

Alírio escolhido em votação secreta

Foi através da página do Facebook do Presidente da Junta de Vila das Aves, Carlos Valente, que se tornaram públicos alguns acontecimentos das últimas semanas, em relação ao processo de escolha do candidato do PSD a Presidente da Câmara Municipal.

Depois de perceberem que o “golpe” (por mim denunciado repetidamente neste blogue) se ia de facto consumar, um grupo de militantes e simpatizantes pediu uma reunião à CPC do PSD para falar sobre o assunto. Pena é, só terem acordado agora.

A CPC do PSD recebeu esse grupo mas recusou a participação dos simpatizantes (no caso, o presidente da Junta de São Martinho, que tantas alegrias já deu ao PSD). Um gesto democrático e em linha com o propalado sound-byte “abrir as portas à sociedade civil“.

O grupo terá sugerido à CPC do PSD o nome de Zé Pedro Miranda para candidato a presidente da Câmara Municipal, mas não se terá apercebido que já ia tarde demais. O candidato já estava há muito escolhido, e iria ser o que hipocritamente os recebia.

Após ter sido tornado pública a consumação do “golpe” e a (auto)nomeação de Alírio Canceles alguns membros da CPC do PSD vieram-se escudar numa alegada votação secreta de nomes. Votação essa em que apenas estava UM (!!) nome, o de Alírio Canceles.

Ou seja, os membros da CPC do PSD nem sequer conseguem discernir o ridículo da sua figura, e a pouca vergonha dos seus actos. Então como haveria de ser escolhido outro candidato, se mais nenhum foi considerado? Nem aquele que alguns sugeriram?

E mais do que isso, com que cara vêm eles falar sobre o assunto e tentar defender-se depois de estar demonstrado categoricamente que nomearam o candidato à revelia dos militantes? O que têm a dizer sobre isso?

Alírio e Cª esconderam e mentiram deliberadamente

Já é publico, o candidato do PSD a presidente da Câmara Municipal de Santo Tirso é Alírio Canceles. Custou, teve de ser denunciado na blogosfera e nas redes sociais, mas finalmente alguns membros da Comissão Política Concelhia (CPC) admitem-no.

A Comissão Política decidiu unilateralmente e apresentou o nome à Distrital do PSD, que o ratificou. No entanto continua sem haver um anúncio “formal”. O PSD tem um candidato vergonhoso e envergonhado, consciente do “golpe” que deu no partido.

Tudo foi feito nas costas dos militantes, sem os chamar a participar, sem os auscultar. Desprezando a sua condição de activo mais importante do partido. Atropelando os estatutos e a ética. E já dizia Sá Carneiro “a política sem ética é uma vergonha“.

Isto, depois da farsa que foi o plenário de 5 de Dezembro, que discutiu e aprovou o perfil do candidato. Plenário no qual o meu caro amigo e militante Luís Gonzaga perguntou para quando a discussão de nomes e lhe foi respondido que seria para mais tarde.

Ou seja, a Comissão Política não só escondeu o processo dos militantes como os fez de parvos, gozou com a sua cara, e ainda lhes mentiu, deliberadamente. Mas tudo foi elogiado pela deputada Andreia Neto, que presente no plenário enalteceu o trabalho da CPC.

É este o PSD que quer ganhar a confiança dos militantes e dos Tirsenses, para governar os destinos de Santo Tirso…

9.500 em Janeiro, 97.000 no total

O “Era Mais um Fino” atingiu em Janeiro de 2013 as 9.500 visitas, ultrapassando Novembro de 2012 (que tinha atingido 7.000 visitas) como mês mais movimentado de sempre. Desta forma, o “Era Mais um Fino” acumula um total de 97.000 visitas.

Também a participação dos leitores tem aumentado. Neste momento são escritos cerca de 100 comentarios por mês, sendo que no total já foram publicados mais de 1.500 comentários. A política Tirsense é o tema que tem gerado mais discussão.

Congratulo-me com o facto de o “Era Mais um Fino” estar tão vivo e agradeço a todos os leitores por esse facto. Desafiando-os a participar cada vez mais e até a fazer sugestões para melhorar o blogue. Todas serão bem vindas, desde que pertinentes.