José António Salcedo é um homem com visão, capacidade, reputação e sucesso. Estudo e investigou, mas também criou, trabalhou, geriu e fez crescer.
Tenho imenso respeito e grande consideração pelo José António Salcedo. Desde que tive o prazer de o ter como professor (Catedrático) na FEUP.
É um homem com valores e princípios. Livre de fazer, dizer e escrever o que pensa. Sem ceder a pressões ou lobbies. Mesmo que de gente próxima dele.
Há dias, no seu Facebook, escreveu o seguinte:
“Partidos políticos são socialmente importantes enquanto contextos de discussão e planeamento de modelos político-sociais alternativos e desejáveis para o bem de todos os cidadãos. No entanto, grande parte das pessoas que os têm integrado têm-se organizado em quadrilhas de malfeitores a tudo dispostas para aceder e desbundar o nosso rico dinheirinho. Essas quadrilhas que vivem nos aparelhos partidários actuam no silêncio dos corredores e apenas sabem atacar em matilha. Constituem uma máfia de gente ignóbil e medíocre. Se a Justiça funcionasse bem, estou convencido de que muitas dessas pessoas estariam a braços com ela e até na cadeia. Como não funciona, resta aos cidadãos com sentido mais apurado de responsabilidade desmascarar essa gente em público e com coragem, procurando esclarecer a população que gente dessa laia serviria particularmente bem para limpar mato nos montes ou até para serem processados em caixas de compostagem, por minhocas“.
É isto mesmo que tento fazer, há muito tempo, neste blogue. Desmascarar alguma gente que faz dos partidos políticos em Santo Tirso um veículo para enriquecer.
Essa gente, vem aqui dizer que tenho problemas pessoais com eles, que tenho inveja, que tenho azia. Não! Simplesmente é meu dever fazer o que o José António bem descreveu.








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