PS Sto Tirso: Sondagens e Notícias encomendadas. Vencedores antecipados.

Ainda há dias tinha sido dado o tiro de partida no PS Santo Tirso, para as Autárquicas 2013. Joaquim Couto e Ana Maria Ferreira apresentavam-se como candidatos às primárias do partido, que decidirão quem será o candidato a Presidente da Câmara Municipal.

As eleições primárias ainda não aconteceram (serão apenas em Dezembro) mas parece que já há vencedor. Pelo menos a julgar pelo cartaz/fotografia que Ana Maria Ferreira publicou na sua página do Facebook, e que podem ver acima. Ou será excesso de confiança?

A verdade é que isto leva as pessoas a pensar que no PS Santo Tirso as coisas se passam como na Venezuela, em Angola, ou na Rússia. Ou seja, independentemente de haver eleições, já se sabe à partida quem vai vencer. Um desrespeito para com os militantes.

Também na sua página do Facebook, Ana Maria Ferreira publica um (mais do que parcial) artigo do Jornal de Santo Thyrso (ao qual muitos chamam, quiçá com razão, boletim camarário) que pretende demonstrar que ela esta mais bem colocada do que Joaquim Couto.

A notícia refere uma bem “encomendada” sondagem (aliás tal como a notícia, que vem “encomendada” na altura certa) que pretende influenciar os militantes do PS nas primárias de Dezembro próximo. Uma “jogada” pouco ética da entourage de Castro Fernandes.

Ao que sei, Joaquim Couto também pediu uma sondagem a uma empresa há uns meses. Essa sondagem dava-lhe a vitória a ele. Se ele a tornasse pública em quem é que os militantes do PS acreditariam? E é por estas e outras que nunca (nunca!) acredito em sondagens.

Actualização: A sondagem de que falei, e que dava a vitória a Joaquim Couto, foi pedida pela Federação Distrital do PS Porto e não por Joaquim Couto, como referi. Obrigado ao leitor atento que me deu essa informação.

Mais um ignóbil artigo no “Santo Tirso Jornal”

Neste artigo, o autor do “Santo Tirso Jornal” especula sobre uma teoria da conspiração que lhe convém e que tenta esplanar de forma a fazê-la parecer verdade. Fala em “estratégias” do Presidente da CMST.

Repare-se que em lado nenhum se vêem citações de quem quer que seja. O artigo reflecte apenas e só a opinião do seu autor que claramente não tem qualquer intenção de informar mas apenas influenciar o leitor.

Para além disso faz assunções e tira as suas próprias conclusões tentanto fazer passar a ideia de que são as generalizadas e aceites pela maioria dos Tirsenses. Fala, sem direito, em nome de “muitos“.

Escreve com linguagem pouco própria do jornalismo e de um orgão de comunicação social (que manifestamente não é), usando palavras irascíveis ou pontos de exclamação. Tenta disfarçar falando de “fontes“.

O autor fala em “promessas” e “prémios” que Castro Fernandes e outro alto dirigente do PS Porto terão dado em surdina. Mas se essas hipotéticas acções foram feitas à socapa, como pode logo este Jornal saber?

Mas o mais grave vem no fim onde o autor tira a conclusão de que Luís Freitas (que todos os Tirsenses têm em grande consideração) apoia Joaquim Couto “para se vingar” e diz “a vingança serve-se fria“.

Este é mais um ignóbil artigo publicado neste site onde um pretenso candidato à CMST escreve a coberto do anonimato, tentando fazer-se passar por um independente jornalista, enganando os mais incautos.

Isto é de uma cobardia e desonestidade intelectual atroz. Eu, como militante do PSD Santo Tirso, sinto vergonha alheia.

“Lisboa” decidiu: Santo Tirso fica com 14 Freguesias

Foi há quase mais de 1 ano que escrevi, no jornal “Notícias de Santo Tirso” dois artigos de opinião sobre a Reforma Administrativa do Território. Abordei a questão de forma genérica e posteriormente dei uma sugestão para Santo Tirso.

Alertei para o facto de os nossos representantes políticos não estarem a dar a devida atenção a esta questão, e também para o facto de estarem a usar de demagogia e populismo na sua abordagem. Bem como de negligência e displicência.

Quando finalmente se viram obrigados a pronunciar-se fizeram-no sem o debate, estudo e discussão necessárias. Acusei-os nessa altura de estarem apenas a “Olhar para o seu umbigo“. Deputados municipais, presidentes de junta e vereadores.

Tal como vaticinei vamos assim ter “uma reorganização feita por alguém que, num gabinete de Lisboa, não conhece a realidade do concelho“. Neste caso, os membros da UTRAT – Unidade Técnica para a Reorganização Administrativa do Território.

Transcrevo de seguida as partes mais importantes da decisão:

Santo Tirso é um Município Nível 2 […] 6 lugares urbanos (Rebordões, São Martinho do Campo, Santo Tirso, São Tomé de Negrelos, Vila das Aves)[…] Deverá alcançar-se uma redução de 10 freguesias“.

Assembleia Municipal pronunciou-se no sentido de manter a totalidade das freguesias […] De acordo com a lei deliberação da AM que não promova a agregação de quaisquer freguesias é equiparada a ausência de pronúncia […] Em caso de ausência de pronúncia da AM, a UTRAT deve apresentar à AR propostas concretas de reorganização

UTRAT resolveu apresentar duas soluções: Proposta “A” corresponde à estrita aplicação das percentagens e proporções previstas […] Proposta “B” olha para percentagens e proporções previstas mas atende a certas especificidades territoriais do município. UTRAT considera que a proposta “B” contitui uma resposta adequada“.

Proposta A – 14 Freguesias
– Agregação de Burgães, Santa Cristina, São Miguel, Santo Tirso
– Agregação de Palmeira, Lama, Sequeirô, Areias
– Agregação de São Salvador, São Martinho, Vilarinho
– Agregação de Guimarei, Lamelas

Proposta B – 14 Freguesias
– Agregação de Burgães, Santa Cristina, São Miguel, Santo Tirso
– Agregação de Palmeira, Lama, Sequeirô, Areias
– Agregação de São Salvador, São Mamede, São Martinho
– Agregação de Guimarei, Lamelas
– Agregação de São Tiago da Carreira e Refojos

Portanto aqui está a decisão dos “senhores de Lisboa”! Boa ou má, é esta que deverá ser aplicada. As populações que não estejam contentes com a decisão podem sempre responsabilizar os seus representantes nas juntas e na câmara, por se terem demitido das sua funções e fugido às suas responsabilidades.

Autárquicas 2013: Conforme planeado no PSD Santo Tirso

Entretanto, enquanto o PS Santo Tirso escolhe o seu candidato à Câmara Municipal, o PSD Santo Tirso continua moribundo. Nada se vê nem nada se ouve sobre quem irá ser o cabeça de lista nas Autárquicas 2013.

Falta menos de 1 ano para as Autárquicas 2013 e naturalmente candidatos, estratégias e programas políticos têm de ser preparados. Mas no PSD Santo Tirso, como sempre, não há nada de palpável no horizonte.

Isto, mesmo sabendo que nas últimas 3 ou 4 eleições uma das razões apresentadas pelo PSD Santo Tirso para justificar derrotas foi o facto de se ter feito escolhas e iniciado os trabalhos tarde demais.

A verdade é que agora esta demora e adiamento são propositados. O actual líder do PSD Santo Tirso e vereador na CMST quer ser candidato a Presidente, e está à espera que o PSD o aceite em desespero de causa.

A estratégia é simples e está bem clara para os mais atentos. Protelar o mais possível a escolha do candidato, para depois em cima da hora, o PSD não ter alternativa senão agarrar-se à última opção.

E essa opção será naturalmente aquele que tem menos condições e perfil, mas que está bem colocado. Na liderança do processo autárquico, da concelhia do partido, da oposição na vereação, do cacique local.

Se não fosse este o plano, o PSD Santo Tirso já estaria hoje a ponderar e discutir as diversas opções naturais que se colocam: José Pedro Miranda, Pedro Fonseca, Carlos Valente, Carlos Oliveira, entre outros.

Mas só os menos atentos é que não suspeitavam já que esse era o plano. As manipulações e manobras no partido, as tácticas nos processos autárquicos, e finalmente a declaração de disponibilidade.

Venho denunciando publicamente este plano pessoal de ataque ao poder há mais de 2 anos. A verdade é que ele está a ser bem sucedido. Todos os passos indicam que o candidato do PSD será Alírio Canceles.

Na minha modesta mas firme opinião, perderá o PSD, perderá Santo Tirso, perderão os Tirsenses. Como candidato é mau e não vencerá, como hipotético Presidente seria horrível e não traria nada de bom à nossa terra.

Autárquicas 2013: Tiro de partida no PS Santo Tirso

Sem surpresa, pelo menos para os mais atentos, Joaquim Couto e Ana Maria Ferreira serão candidatos nas primárias do PS Santo Tirso, onde se decidirá qual o candidato do partido nas eleições Autárquicas 2013.

Ao que parece ainda houve uma tentativa de consenso, liderada por José Luís Carneiro (que em boa hora Joaquim Couto apoiou para a Distrital do PS Porto), mas naturalmente Castro Fernandes não aceitou a proposta.

É conhecido o “ódio pessoal” que Castro Fernandes nutre por Joaquim Couto. Algo que ficou bem demonstrado quando voltou a candidatar-se ao PS Santo Tirso, apenas para evitar que Joaquim Couto vencesse a concelhia.

Isto prova também que Castro Fernandes e a sua equipa estão pouco preocupados com o superior interesse de Santo Tirso ou do PS. Apenas alimentam uma guerrilha pessoal e de facção que em nada contribui para o futuro.

Assim, Ana Maria Ferreira terá de disputar com Joaquim Couto as primárias, e diga-se de passagem que não tem tarefa nada fácil. Couto é um político experiente e que trás boas recordações aos socialistas Tirsenses.

Já Ana Maria Ferreira é uma personagem cinzenta, sem carisma ou autoridade. Tem sido ao longo dos anos apenas um “Sargento” leal ao serviço do “General” Castro Fernandes. Outros, que não eu, poderiam dizer: um bom pau mandado.

Para além disso, recorde-se que ainda há 5 meses Ana Maria Ferreira perdeu para José Pedro Machado (dissidente de Castro Fernandes e principal apoiante de Joaquim Couto) umas eleições no mesmo universo eleitoral.

Prevê-se que Castro Fernandes venha a ser forçado a tomar novamente as rédeas em mais uma campanha interna. Aliás como vem acontecendo até agora, sempre que a sua entourage vai a votos com oposição interna.

Mas é mesmo isto que os socialistas querem? Se Ana Maria Ferreira não consegue, por mérito próprio, vencer José Pedro Machado ou Joaquim Couto, será ela capaz de vencer as Autárquicas 2013, e governar Santo Tirso?

Talvez Joaquim Couto seja uma melhor escolha para os Socialistas. Homem com provas dadas (ao nível Autárquico, Regional e Nacional) e que já provou conseguir por mérito próprio vencer e apresentar trabalho.

A forma, o discurso e o projecto pessoal do candidato

Há muitos meses atrás escrevi um post acerca do nascimento de um novo “órgão de comunicação social” em Santo Tirso. Suspeitei e sugeri que fosse uma “tentativa de utilização encapotada de órgãos de comunicação social para cumprir objectivos políticos pessoais”.

Há umas semanas atrás escrevi um post acerca da forma e conteúdo do discurso do líder da oposição na CMST. Considerei-o “um discurso violento, agressivo e irascível (a vermelho). Complexo e incompreensível (a verde). Demagógico e populista” (a azul).

Confirmam-se ambas as constatações na imagem abaixo?

Nota: Clique na imagem para aumentar. Imagem de notícia no “Santo Tirso Jornal”

Sto. Tirso: Quando o feitiço se vira conta o feiticeiro

Sou daquelas pessoas que acho que a Vitória é de todos, tal como a Derrota é de todos. Seja ao nível pessoal (onde se partilha com a família), profissional (onde se partilha com os colegas), desportivo (onde se partilha com os membros da equipa), ou político (onde se partilha com os membros da lista).

Este post pretende falar sobre os resultados em política. Ninguém em política ganha sozinho, como também ninguém perde sozinho. Até porque em política o que conta não são só as pessoas que lideram os processos, mas a sua equipa, os seus projectos, as suas estratégias, e a forma como o defendem e comunicam.

Da mesma forma ninguém passa de bestial a besta por ser derrotado, ou de besta a bestial por sair vitorioso. Grandes políticos foram derrotados antes de vencerem e provarem as suas capacidades. Em Portugal temos muitos. Desde Francisco Sá Carneiro até alguns que ainda hoje estão no activo.

Em Portugal esta lógica não é assim tão linear. Se ela se aplicar á minha Derrota, perdemos todos. Mas na Derrota do meu adversário, foi insucesso pessoal. Se eu perder umas eleições, posicionei-me para as próximas. Se o meu adversário perder, deve abandonar e dar o lugar a outro.

Vem isto a propósito de a liderança actual do PSD Santo Tirso estar permanentemente a apontar o resultado do PSD, em São Miguel do Couto, nas Autárquicas 2009, para atacar a pessoa que liderou o processo. Pessoa essa que teve a coragem de se candidatar, pelo PSD, sabendo quão difícil seria vencer.

Se esses senhores querem atestar a capacidade política de uma pessoa apenas pelo facto de a sua equipa ter perdido umas eleições, então apliquemos-lhes a mesma lógica, e tiremos as mesmas conclusões. A liderança actual do PSD Santo Tirso perdeu:

Autárquicas 2009
PS 48%, PSD 42% (baixou em relação a 2005)

Europeias 2009
PS 37%, PSD 30% (baixou em relação a 2004)

Legislativas 2009
PS 48%, PSD 28% (baixou em relação a 2005)

Legislativas 2011
PS 39%, PSD 37%

E também poderia referir o resultado do PSD na freguesia de quem lidera o PSD Santo Tirso, nas Autárquicas 2009: PS 56%, PSD 35%.

De sublinhar que em 3 das 4 eleições acima referidas, o PSD venceu a nível nacional, mas nunca no concelho de Santo Tirso. Estamos conversados?

O PSD Santo Tirso… já nem sede tem!

Entre as lideranças de Joaquim Couto e Castro Fernandes passaram 30 anos de governação socialista em Santo Tirso. E nesse período de tempo, o concelho passou de um dos mais produtivos de país ao campeão da desertificação, da perda de serviços e do desemprego.

Logicamente que ninguém se atreverá a dizer que estes resultados não são responsabilidade das políticas, das (in)capacidades e da visão (ou falta dela) do PS de Santo Tirso e dos seus líderes. O país e o mundo mudaram, mas há aqui culpas socialistas.

Curioso é que mesmo perante estas evidências os Tirsenses sempre preferiam manter o PS ao leme dos destinos do concelho. Nem sequer a habitual lógica da alternância – quando as coisas correm menos bem – se aplicou nesta terra de gente inteligente. E porquê?

Porque nunca houve uma verdadeira alternativa. Porque os Tirsenses nunca acreditaram nos outros partidos. Porque nunca houve uma liderança e um projecto credível apresentado em sucessivas eleições. E como diz o ditado, mal por mal que fique o que lá está.

Aqui o PSD Santo Tirso tem enormes responsabilidades. O maior partido português, partido do poder local, com matriz social-democrata, nunca conseguiu convencer os Tirsenses de que era capaz de fazer melhor (e quão fácil era!… e é!) do que o PS Santo Tirso.

E quando seria de esperar que o PSD Santo Tirso aprendesse com os seus erros e fosse evoluindo, aconteceu precisamente o contrário. O PSD Santo Tirso perdeu a sua matriz, o seu intelecto, a sua capacidade crítica e pasme-se agora até perdeu a sua casa.

É triste mas parece ser verdade. O PSD Santo Tirso está tão moribundo que já nem sede tem. A ser verdade, onde se reunem os orgãos legítimos e eleitos do partido como a Comissão Política? E onde se reunirá o orgão máximo, o plenário dos militantes de base?

Parece definitivamente adquirido que os orgãos eleitos do partido são apenas formalidades estatutárias, e que os militantes apenas servem para votar no dia das eleições. As decisões e estratégias são discutidas em núcleo duro e o poder é quase unipessoal.

Sucessivas lideranças e comissões políticas dedicaram-se ao jogo político-partidário lutando pelos interesses pessoais e de facção. Isso afastou os militantes e os Tirsenses. Os resultados estão à vista. Localmente, um partido destruído e descredibilizado.

Não é este o meu PSD e não creio também que seja este o PSD dos fundadores e de outros destacados militantes que tanto contribuiram no passado. Espero que depois de bater no fundo, e de limpa a casa, esses e outros tenham força para o levantar novamente.

O Álvaro de Campos do PSD Santo Tirso

Na sequência do post “O António José Seguro do PSD Santo Tirso

Tenho no meu blogue muitos leitores (já ultrapassei os 73.000) e alguns comentadores habituais. Alguns anónimos, outros bem identificados. Outros há que apenas comentam quando escrevo sobre certos assuntos, nomeadamente sobre o PSD Santo Tirso.

A táctica utilizada por estes é sempre a mesma: entrada de mansinho, para depois partir para o insulto. Nenhum deles rebate um único facto ou apresenta um único argumento. Limitam-se ao remoque, à acusação sem fundamento, e ao insulto.

Mas não é apenas isso que têm em comum. Todos “assinam” com 3 nomes e todos têm emails similares. Todos têm conta no Gmail, colocam os 3 nomes no email, e têm no final um número relativo a um ano. Há aqui falta de imaginação:

Maria Lurdes Rocha – marialurdesrocha89@gmail.com
Jose Maria Ferreira – josemariaferreira90@gmail.com
Joaquim Jorge Pinto – joaquimjorgepinto1980@gmail.com
Luis Filipe Monteiro (já identificado) – luisfilipemonteiro1980@gmail.com

Curiosamente os ip address, apesar de serem diferentes (desta vez o autor teve esse cuidado, já que da outra vez foi apanhado), estão todos alojados no mesmo servidor, com o mesmo ip address latitude e ip address longitude.

Álvaro de Campos ficou conhecido como sendo um dos quatro heterónimos de Fernando Pessoa. Hoje existe outra pessoa, cujas iniciais também começam por “AC”, que provavelmente é amante da obra de Pessoa e por isso também usa heterónimos.

Talvez esteja na altura de essa pessoa começar a esconder melhor os seus heterónimos. Ou então que deixe de ser cobarde, deixe de se esconder atrás de nomes fictícios, ganhe coragem, e venha aqui escrever assinando com o seu nome.

O António José Seguro do PSD Santo Tirso

Já aqui manifestei muitas vezes a minha discordância em relação à forma de fazer política e à estratégia utilizada pelo actual líder do PSD Santo Tirso. Seja a nível interno seja na acção como líder da oposição na CM Santo Tirso.

Escuso-me (pelo menos hoje) a tecer comentários sobre o carácter da pessoa em causa e centro-me na forma e no conteúdo das suas intervenções. Já uma vez, em artigo publicado no jornal “Notícias de Santo Tirso” abordei esse assunto.

O discurso é demagógico, populista, desestruturado, complexo e incompreensível para a população. Não há uma única intervenção que seja clara, objectiva, sensata e bem intencionada. Encerra sempre um interesse pessoal/partidário.

As expressões utilizadas são sempre violentas, agressivas, irascíveis. O objectivo é sempre atacar pessoalmente o Presidente da CMST e o seu partido, ao invés das suas políticas. O remoque e o insulto são repetidamente utilizados.

Atente-se ao exemplo mais recente (uma proposta que o PSD apresentou em reunião de câmara, e que foi rejeitada pelo PS) e veja-se as semelhanças com a forma e o conteúdo dos discursos de outro fraquíssimo líder actual: António José Seguro.

O discurso violento, agressivo e irascível: “os vereadores do PSD ficaram em estado de choque […] prova a falta de cultura democrática da maioria socialista e comprova a sua indisponibilidade para discutir questões incómodas

O discurso complexo e incompreensível: “Pretendia-se que a CMST discutisse e aprovasse uma proposta do PSD referente à participação variável até 5% no IRS dos sujeitos passivos com domicílio fiscal na respetiva circunscrição territorial relativa aos rendimentos do ano de 2012

O discurso demagógico e populista: “numa altura em que as famílias passam por enormes dificuldades, é chocante constatar a insensibilidade da maioria socialista, que continua a encher os cofres da câmara, em detrimento das pessoas e das famílias“.

Falta apenas 1 ano para as Autárquicas 2013. O PSD Santo Tirso tem uma oportunidade de ouro para vencer as eleições. Mas vai com toda a certeza perdê-las novamente, à custa da incapacidade e incompetência política de um caudilho e da sua pandilha.