O Portugal que não quero (VIII)

Estaciono o carro num parque do Largo da Graça em Lisboa com uma rapariga indigente a dar indicações. Era jovem e deu-me pena, apesar de ser certo que era tóxicodependente.

Meti as mãos aos bolsos e vi que não tinha tostão. Simpático disse-lhe “vou ali ao café e na volta dou-te”… recebi como resposta “só se for rápido porque daqui a pouco vou embora”…

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